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15 de novembro de 2015

Por um mundo com mais de Jay Vaquer!

Tudo contra, e nada a favor.

Eu vivo em um mundo que canta orgulhosamente letras cujas mensagem se resumem a Tche Tche Reres, Leleles, Tchun Tcha Tchas e outras falas sem nexo como se fossem verdadeiras poesias. Não que haja problema com as canções populares, porque não há. O problema aqui apontado se encontra nas mídias de consumo, que, em busca do topo, trocam poesias por onomatopeias, educando as massas a louvar o que é passageiro ao pôr para tocar o Vocêvocêvocêvocêvocêvocê do momento. Deixando-os na escura doçura da ignorância. 

Não há problema. Cada um canta o que quer; escuta o que quiser.

Mas como abrir o leque, expandir os conhecimentos, se as fontes de informação e entretenimento escondem por detrás das cortinas verdadeiros gênios da nossa arte contemporânea como Jay Vaquer? 

POR QUE ELES ESCONDEM JAY VAQUER?!,

Quando este deveria estar em todas as telas, trilas de novelas e conversas paralelas nas mesas ao lado.

14 de setembro de 2012

SORRISO MAROTO: 15 Anos

15 aninhos bem vividos, porém, maduros como quarentões. (Ôh, Sorte...!)

Todo ano surgem novos artistas com a música mais badalada da estação, cantando o hit que vai martelar em seu ouvido até você desejar que todas as caixas de som do mundo venham a explodir em simultâneo (sem baixas, espero), apenas para não mais ouvir esse ou aquele refrão outra vez. Noventa por cento desses artistas são apenas modas passageiras pelo simples fato de não terem preparo algum para se manterem em uma carreira artística estável e, assim, percebe-se com o tempo, a grande sensação da estação nunca foi o Grupo/Intérprete desta, mas a música cantada. Estamos na era da internet, e o menino com um celular em mãos é capaz de gravar o vídeo do momento ou a música do mês. É muito fácil fazer sucesso! Se estabilizar nele, provando-se um verdadeiro artista a cada obra lançado, não.

Sucesso absoluto desde o inicio dos anos 2000, o Sorriso Maroto  precisou de 15 anos de carreira para entrar na moda e cair na boca do povo, e não há quem possa duvidar desta afirmação, porque o Sorriso Maroto está na moda! Reflexo de uma ténue mudança em seu estilo musical que vem conferindo as canções um ar cada vez mais popular, como moda, o grupo tem o diferencial de não ser um "artista relâmpago" (que surge do nada na internet e, por atalhos de gravadoras e/ou empresários, alcançam as Rádios e emissoras de TV, que os vendem como a nova sensação desse ou daquele estilo, a fim de torná-los sensação). Posição que a banda do momento não ocupa por possuir um passado onde todos fomos testemunhas. E um passado com conteúdo, que se reflete no presente, influenciando sua nova fase. O novo CD está nas lojas, e a espera por este foi longa. Muito maior do que se podia imaginar naquele inesquecível 1° de Março de 2012, onde o espetáculo se fez e o Sorriso Maroto levou mais de 80 mil pessoas a compartilharem uma mesma emoção em um show que movimentou o Rio de Janeiro e jamais será esquecido. Ao apertar o Play, por uma fração de segundo a histeria de tantos mil é o som que domina o ambiente,  até a entrada dos cavacos, violões e, oficializando com excelência o arrepio que te domina ao primeiro contato com o CD de inéditas, surge a frase que ganhou o Brasil, proferida pela voz marcante e inconfundível de Bruno Cardoso: "Assim você mata o Papai, hein!". Levando a multidão, já ansiosa pelo espetáculo, a um sufocante delírio que é coroado na queima de fogos que se mistura ao instrumental e enche de beleza a primeira canção.


OBS: "Em algumas músicas, fãs do Sorriso Maroto que, gentilmente, aceitaram a proposta de expor seus pareceres sobre suas canções favoritas do novo álbum, compõem o texto com suas verdades. Muitas pediram anonimato, outras liberaram seu primeiro nome ou nick no twitter. Todos os pedidos foram atendidos."

25 de junho de 2012

LINKIN PARK: Living Things

O álbum remonta ao início da banda, mas não é um retrocesso!

Quando publicada a matéria que anunciava o lançamento do novo álbum, Living Things, houve preocupação quanto a insistência dos integrantes em afirmar que este remonta ao que a banda fez em seu inicio de carreira. Objetivamente falando: os dois primeiros álbuns (Hybrid Theory e Meteora). Pois revisitar o passado e trazer um álbum novo com a cara dos citados não seria ruim. Longe disso. Seria apenas um retrocesso. E retrocesso não é o que se espera de uma banda que jamais teve medo de ousar, e os integrantes realmente decepcionariam caso cedessem à pressão de quem rejeita a evolução natural sofrida na sonoridade da banda ao longos os anos, e dos álbuns lançados. Mas um simples apertar o play derrubou temores e revelou que a jornada evolutiva é predominante, e foi o caminho escolhido para alcançar o belíssimo resultado deste novo álbum, que, como afirmado anteriormente, é dono de uma dosagem nostálgica que leva direto aos primeiros passos do Linkin Park. Mas tem como real influência seu predecessor A Thousand Suns e, certamente, irá satisfazer aos mais ferrenhos dos fãs (os descontentes quanto ao pouco uso de guitarras pesadas e os não tão constantes, nos dois últimos álbuns, pelo menos, afinados e arrepiantes brados do vocalista principal, Chester Bennington) ao unir o melhor das duas fases. Sim, o álbum traz muito dos dois primeiros passos do Linkin Park, considerado por grande parte dos fãs como a melhor fase da banda, mas sem soar ao nu metal seco e cortante da época, trazendo de volta às canções toda serenidade vocal de Mike Shinoda e a grandiosa loucura de Chester Bennington  em sua melhor performance, adianto.

(((Obs.: Os textos referentes a cada canção foram escritos após o segunda escutada. Dito isso, devido ao calor da emoção, não sou responsável pelo que encontrará a seguir.)))

1. LOST IN THE ECHO
Os arranjos começam, e a primeira influencia captada é do experimental A Thousand Suns. Lost In The Echo traz uma canção de qualidade, mas que não apresenta grandes inovações; seja na interpretação, arranjos ou letra. Mas ela cumpre com a expectativa de uma musica de ação e, em seu terceiro ato, deixa claro que os vocais de Chester estão altos, cortantes e afinados. E você não quer escapar deles.

2 de maio de 2012

LINKIN PARK anuncia novo CD

"O álbum nos leva de volta às nossas raízes."

Com as palavras de Mike Shinoda (Co-líder da banda), e tendo em mente que foi entre guitarras pesadas, gritos surpreendentemente afinados, Rock e Rap dividindo espaço na mesma canção e letras que fizeram a história de toda uma geração, encontradas no primeiro álbum, "Hybrid Theory" (2000), consolidando-se no definitivo "Meteora" (2002), que o Linkin Park consagrou-se como uma das maiores bandas de todos os tempos, os fãs veem um fio de luz onde só havia escuridão. Os fãs mais chatos, devo dizer.

"Neste álbum temos bastantes partes de guitarra com grandes refrães e partes de eletrónica mais pesadas para lhe dar uma grande parede de som, mas sem soar  metal. Isto será mais familiar para as pessoas do que o "A Thousand Suns", em que nos deixámos levar pela loucura", explicou Chester Bennington, citado pela revista NME.

Os dois primeiros álbuns foram indiscutíveis sucessos de venda e satisfação de quem os garantiu em sua coleção de CDs. Mas há quem duvide da qualidade da banda logo depois do terceiro álbum "Minutes to Midnaight" (2007), que se tornou certeza no experimental "A Thosand Suns" (2010), quarto álbum da banda. Muito se falou que o Linkin Park ja não era o mesmo, que não tinha a mesma pegada. Que as letras, antes raivosas, agora beiravam os contos românticos. Tudo exagero de quem viu a evolução diante de si, mas não estava

3 de março de 2012

SORRISO MAROTO - 15 Anos

E o espetáculo se fez!
 
Primeiro de Março de 2012. Um dia especial para o Rio de Janeiro, e também para 5 rapazes que arrastam multidões aonde quer que se façam presentes. O primeiro completa 447 anos de pura beleza. Desses 447 anos, 15 apadrinham um fenômeno da cultura popular Brasileira que já provou por A mais B não ser uma modinha passageira, mas uma página de nossa história que veio para jamais ser esquecida. E essa página atende pelo título: SORRISO MAROTO!

O maior grupo de pagode da última década (foi classificado pela revista Bilboard americana como um dos 50 maiores artistas do mundo) completa 15 anos de uma história rica em qualidade e popularmente conhecida. Mas o presente foi direto para o seu público em uma belíssima apresentação ao ar livre que frutificará um DVD de inéditas, também revisitando momentos de suma importância na trajetória do grupo, nessa página que se destaca a cada dia. O melhor? O espetáculo veio com entrada franca em um ponto turístico do Rio de Janeiro: A Quinta da Boa Vista - Outrora o quintal da Família Real.